VEM AI A PROMOÇÃO DA FEIJOADA DA TOCA DA GAMBÁ
FIQUEM LIGADOS
quarta-feira, 4 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
DONA IVONE
YVONNE LARA DA COSTA - Nome artístico DONA IVONE LARA - Compositora, cantora - Nascida em Botafogo - RJ - Filha de uma cantora de rancho, começou a compor com 12 anos; uma de suas primeiras músicas foi o estribilho de partido-alto Tiê-tiê (nome de um pássaro de que gostava muito). Estudou no colégio municipal Orsina da Fonseca, de onde saiu, com 17 anos, para morar na casa do tio, Dioniso Bento da Silva, pois seus pais já haviam falecido. O tio pertencia a um grupo de chorões, com ele aprendeu a tocar cavaquinho. Em outubro de 1947, foi morar em Madureira e começou a freqüentar a extinta escola de samba Prazer da Serrinha. Nessa época compôs muitos sambas e partidos-alto, que eram mostrados aos outros sambistas pelo seu primo Mestre Fuleiro (também compositor), como se fossem dele, pois o preconceito vigente não favorecia a aceitação de mulher sambista.
Casou, em 1947, com Oscar Costa, filho do presidente da escola de samba Prazer da Serrinha, e nesse mesmo ano fez um samba com o qual a escola desfilou - “Nasci para sofrer”. Com o desaparecimento da escola, transferiu-se com todo o seu grupo, para o G.R.E.S. Império Serrano, fundado em 1947 por dissidentes da Prazer da Serrinha. Continuou a compor e uma das suas músicas de maior sucesso na escola foi “Não me perguntes” com Mestre Fuleiro). Em 1965, seu samba-enredo “Os cinco bailes da corte” ou “Os cinco bailes tradicionais da história do Rio” (com Silas de Oliveira e Bacalhau) classificou-se em quarto lugar no desfile de escolas de samba e foi gravado posteriormente, em 1974, pela própria autora, em Discos Marcus Pereira, “Histórias das escolas de samba: Império” Foi a primeira mulher a compor samba-enredo.
Participou das rodas de samba do Teatro Opinião, no Rio de Janeiro.
É madrinha da ala dos compositores de sua escola (Império Serrano) e desfila desde 1968 pela ala das baianas.
O ano de 1970 foi sem dúvida alguma, de grande importância para sua carreira de intérprete e compositora, pois gravou o seu primeiro disco pela gravadora Copacabana “SAMBÃO 70”, produzido por Sargenteli e Adelson Alves. Gravou também na Odeon, Copacabana, Warner, Som Livre e RGE.
Suas composições foram gravadas por grandes cantores brasileiros. Em 74 Cristina Buarque de Holanda gravou no seu primeiro LP as músicas “Agradeço a Deus” e “Confesso”.
“Sonho Meu”- prêmio de melhor música de 78, na voz de Gal Costa e Maria Betânia. “Alguém me avisou” gravada por Gilberto Gil, Maria Betania e Caetano Veloso. “Acreditar” por Roberto Ribeiro.
Durante a sua carreira artística apresentou-se em vários países da Europa, América do Norte e do Sul, África e Ásia. Entre eles destacam-se:
- janeiro/96- no HOT BRASS em Paris-França
- maio/98- foi homenageada pelos Franceses no Festival Latino, promovido pela Eurodisney, (França).
- agosto/99- representou o Brasil no Festival PANAFEST/99, Ghana- África
- 03 e 04/06/2000- no Festival de La Villette-Paris-França
- 21/06/2000- na Torre de Belém -Lisboa - Portugal
- 15/07/2000- Festival de Montreux - Suiça
- 16/07/2000- Festival Viva Afro Brasil/00 em Tubingen- Alemanha
- 26/08/2001 - Brazilfest - Manhattan – Nova York
- 28/09/2001 - Benguela – Angola (África) - Promovido pelo Governo Provincial de Benguela
Atualmente com mais de 300 composições, entre elas destacam-se algumas que fizeram sucesso:
- ACREDITAR (Dona Ivone Lara/Delcio Carvalho)
- ALGUÉM ME AVISOU (Dona Ivone Lara)
- BODAS DE OURO - (Dona Ivone Lara/Paulo César Pinheiro)
- CANDEEIRO DA VOVÓ - (Dona Ivone Lara/Délcio Carvalho)
- ENREDO DO MEU SAMBA (Dona Ivone Lara/Jorge Aragão)
- FORÇA DA IMAGINAÇÃO (Dona Ivone Lara/Caetano Veloso)
- MAS QUEM DISSE QUE EU TE ESQUEÇO (D. Ivone Lara e Hermínio B. de Carvalho)
- SONHO MEU ( Dona Ivone Lara/Delcio Carvalho)
- SORRISO DE CRIANÇA (Dona Ivone Lara/Delcio Carvalho)
- TENDÊNCIA (Dona Ivone Lara/Jorge Aragão)
- TIÊ-TIÊ (Dona Ivone Lara)
Em comemoração aos 50 anos de vida artística dedicada ao samba, foi lançado em 97 o CD BODAS DE OURO pela Sony Music, com a participação de vários convidados: Gilberto Gil, Beth Carvalho, Djavan, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Almir Guineto, Ara Ketu, Danilo Caymmi, Adryana Ribeiro, Isabel Filardis e Toni Garrido, Ataulpho Alves Jr. e Netinho (vocal do Negritude Jr.) .
Em outubro/99 recebeu a MEDALHA PEDRO ERNESTO da Vereadora Jurema Batista, na Câmara dos Vereadores.
Gravou o CD Internacional “NASCI PRA SONHAR E CANTAR” com 10 músicas inéditas e 4 regravações, pelo selo LUSAFRICA de Paris-França. O lançamento do CD na Europa foi em Junho/2001 e no Brasil pela Gravadora NATASHA PRODUÇÕES E DISCOS em julho/2001. Nos Estados Unidos em outubro/2001.
Em dezembro/2001 foi agraciada com Premio da Academia Charles Cros de Paris-França, pelo seu desempenho no CD Internacional NASCI PRA SONHAR E CANTAR
Em julho/2002 Dona Ivone Lara fez uma pequena tournée pela Europa se apresentando em vários Festivais:
- 14/07 - Montreux - (na Suiça)
- 17/07 - Martinica -(Fort de France)
- 20-07 - New Morning – (Paris-França)
- 21/07 -Festival de Vancé - (França)
- 22/07- Latino Americano de Milão (em Milão).
-Recebeu o Prêmio Caras/2002 da categoria de “melhor disco de samba” no dia 21 de agosto/2002, na Vila Riso – no Rio de Janeiro.
Nos dias 30 e 31 de Agosto/2002, Dona Ivone Lara participou do Projeto do Ministério da Cultura “CLÁSSICOS DO SAMBA” em companhia dos cantores: Martinho da Vila. Eliane Farias e Jamelão, na cidade de Arhus na Dinamarca, no FESTIVAL DE ARHUS/2002, tendo na platéia uma convidada ilustre S. Majestade a Rainha da Dinamarca Margrethe II.
No dia 26 de novembro/2002 irá receber o Troféu do Premio Shell de Música/2002, com um grande show no Canecão, em reconhecimento aos 55 anos de carreira artística.
O seu canto atravessou fronteiras e foi mostrar no exterior a força da nossa música, onde também ficou constatado o brilho dessa grande estrela.
http://www.samba-choro.com.br/artistas/donaivonelara
Casou, em 1947, com Oscar Costa, filho do presidente da escola de samba Prazer da Serrinha, e nesse mesmo ano fez um samba com o qual a escola desfilou - “Nasci para sofrer”. Com o desaparecimento da escola, transferiu-se com todo o seu grupo, para o G.R.E.S. Império Serrano, fundado em 1947 por dissidentes da Prazer da Serrinha. Continuou a compor e uma das suas músicas de maior sucesso na escola foi “Não me perguntes” com Mestre Fuleiro). Em 1965, seu samba-enredo “Os cinco bailes da corte” ou “Os cinco bailes tradicionais da história do Rio” (com Silas de Oliveira e Bacalhau) classificou-se em quarto lugar no desfile de escolas de samba e foi gravado posteriormente, em 1974, pela própria autora, em Discos Marcus Pereira, “Histórias das escolas de samba: Império” Foi a primeira mulher a compor samba-enredo.
Participou das rodas de samba do Teatro Opinião, no Rio de Janeiro.
É madrinha da ala dos compositores de sua escola (Império Serrano) e desfila desde 1968 pela ala das baianas.
O ano de 1970 foi sem dúvida alguma, de grande importância para sua carreira de intérprete e compositora, pois gravou o seu primeiro disco pela gravadora Copacabana “SAMBÃO 70”, produzido por Sargenteli e Adelson Alves. Gravou também na Odeon, Copacabana, Warner, Som Livre e RGE.
Suas composições foram gravadas por grandes cantores brasileiros. Em 74 Cristina Buarque de Holanda gravou no seu primeiro LP as músicas “Agradeço a Deus” e “Confesso”.
“Sonho Meu”- prêmio de melhor música de 78, na voz de Gal Costa e Maria Betânia. “Alguém me avisou” gravada por Gilberto Gil, Maria Betania e Caetano Veloso. “Acreditar” por Roberto Ribeiro.
Durante a sua carreira artística apresentou-se em vários países da Europa, América do Norte e do Sul, África e Ásia. Entre eles destacam-se:
- janeiro/96- no HOT BRASS em Paris-França
- maio/98- foi homenageada pelos Franceses no Festival Latino, promovido pela Eurodisney, (França).
- agosto/99- representou o Brasil no Festival PANAFEST/99, Ghana- África
- 03 e 04/06/2000- no Festival de La Villette-Paris-França
- 21/06/2000- na Torre de Belém -Lisboa - Portugal
- 15/07/2000- Festival de Montreux - Suiça
- 16/07/2000- Festival Viva Afro Brasil/00 em Tubingen- Alemanha
- 26/08/2001 - Brazilfest - Manhattan – Nova York
- 28/09/2001 - Benguela – Angola (África) - Promovido pelo Governo Provincial de Benguela
Atualmente com mais de 300 composições, entre elas destacam-se algumas que fizeram sucesso:
- ACREDITAR (Dona Ivone Lara/Delcio Carvalho)
- ALGUÉM ME AVISOU (Dona Ivone Lara)
- BODAS DE OURO - (Dona Ivone Lara/Paulo César Pinheiro)
- CANDEEIRO DA VOVÓ - (Dona Ivone Lara/Délcio Carvalho)
- ENREDO DO MEU SAMBA (Dona Ivone Lara/Jorge Aragão)
- FORÇA DA IMAGINAÇÃO (Dona Ivone Lara/Caetano Veloso)
- MAS QUEM DISSE QUE EU TE ESQUEÇO (D. Ivone Lara e Hermínio B. de Carvalho)
- SONHO MEU ( Dona Ivone Lara/Delcio Carvalho)
- SORRISO DE CRIANÇA (Dona Ivone Lara/Delcio Carvalho)
- TENDÊNCIA (Dona Ivone Lara/Jorge Aragão)
- TIÊ-TIÊ (Dona Ivone Lara)
Em comemoração aos 50 anos de vida artística dedicada ao samba, foi lançado em 97 o CD BODAS DE OURO pela Sony Music, com a participação de vários convidados: Gilberto Gil, Beth Carvalho, Djavan, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Almir Guineto, Ara Ketu, Danilo Caymmi, Adryana Ribeiro, Isabel Filardis e Toni Garrido, Ataulpho Alves Jr. e Netinho (vocal do Negritude Jr.) .
Em outubro/99 recebeu a MEDALHA PEDRO ERNESTO da Vereadora Jurema Batista, na Câmara dos Vereadores.
Gravou o CD Internacional “NASCI PRA SONHAR E CANTAR” com 10 músicas inéditas e 4 regravações, pelo selo LUSAFRICA de Paris-França. O lançamento do CD na Europa foi em Junho/2001 e no Brasil pela Gravadora NATASHA PRODUÇÕES E DISCOS em julho/2001. Nos Estados Unidos em outubro/2001.
Em dezembro/2001 foi agraciada com Premio da Academia Charles Cros de Paris-França, pelo seu desempenho no CD Internacional NASCI PRA SONHAR E CANTAR
Em julho/2002 Dona Ivone Lara fez uma pequena tournée pela Europa se apresentando em vários Festivais:
- 14/07 - Montreux - (na Suiça)
- 17/07 - Martinica -(Fort de France)
- 20-07 - New Morning – (Paris-França)
- 21/07 -Festival de Vancé - (França)
- 22/07- Latino Americano de Milão (em Milão).
-Recebeu o Prêmio Caras/2002 da categoria de “melhor disco de samba” no dia 21 de agosto/2002, na Vila Riso – no Rio de Janeiro.
Nos dias 30 e 31 de Agosto/2002, Dona Ivone Lara participou do Projeto do Ministério da Cultura “CLÁSSICOS DO SAMBA” em companhia dos cantores: Martinho da Vila. Eliane Farias e Jamelão, na cidade de Arhus na Dinamarca, no FESTIVAL DE ARHUS/2002, tendo na platéia uma convidada ilustre S. Majestade a Rainha da Dinamarca Margrethe II.
No dia 26 de novembro/2002 irá receber o Troféu do Premio Shell de Música/2002, com um grande show no Canecão, em reconhecimento aos 55 anos de carreira artística.
O seu canto atravessou fronteiras e foi mostrar no exterior a força da nossa música, onde também ficou constatado o brilho dessa grande estrela.
http://www.samba-choro.com.br/artistas/donaivonelara
sábado, 30 de abril de 2011
RESULTADO DE PROMOÇÃO: FEIJOADA DA PEDRA DO SAL
BELEZA GALERA, EM PRIMEIRO LUGAR EU GOSTARIA DE AGRADECER OS 2000 ACESSOS NESTE BLOG QUE COMEÇOU SEM PRETENÇÃO E HOJE ME SINTO UM INSTRUMENTO PARA AS PESSOAS QUE GOSTAM DE SAMBA.
MUITO OBRIGADO MESMO PELA FORÇA, E PODEM MANDAR RECLAMAÇÕES, OPINIÕES, VALEU MESMO A FORÇA.
MAS AGORA VAMOS AO QUE INTERESSA... E QUEM GANHOU A FEIJOADA DA PEDRA DO SAL, DOMINGO 01/05 A PARTIR DAS 13:00 FOI..................
GABRIELA NETTO!!!!!!!!!
VALEU GABRIELA, PROCURA O THIAGO TORRES, VOCALISTA DA RODA DE SAMBA PARA PODER PEGAR A SUA FEIJOADA OK QUALQUER DÚVIDA 7891-3593 (MARCELLO)
MUITO OBRIGADO MESMO PELA FORÇA, E PODEM MANDAR RECLAMAÇÕES, OPINIÕES, VALEU MESMO A FORÇA.
MAS AGORA VAMOS AO QUE INTERESSA... E QUEM GANHOU A FEIJOADA DA PEDRA DO SAL, DOMINGO 01/05 A PARTIR DAS 13:00 FOI..................
GABRIELA NETTO!!!!!!!!!
VALEU GABRIELA, PROCURA O THIAGO TORRES, VOCALISTA DA RODA DE SAMBA PARA PODER PEGAR A SUA FEIJOADA OK QUALQUER DÚVIDA 7891-3593 (MARCELLO)
quinta-feira, 28 de abril de 2011
PARABÉNS MANGUEIRA!!!
"A mangueira não morreu nem morrerá, isso não acontecerá, tem seu nome na história, mangueira tu és um cenário de gloria"
Nasce a Estação Primeira...
Carlos Cachaça, nascido em Mangueira, nas proximidades do morro, no dia 3 de agosto de 1902, foi testemunha da primeira vez em que os mangueirenses ouviram um samba. Até então, eles cantavam e dançavam o jongo e os lundus do folclore ou os maxixes que aprendiam nas festas da igreja da Penha, numa época em que o rádio ainda não existia (a primeira emissora brasileira, a Rádio Sociedade, surgiria em 1923). No carnaval, divertiam-se dançando nos cordões e nos ranchos.
Antes da existência do Morro de Mangueira, havia também o carnaval elegante, com bailes de máscaras realizados geralmente em hotéis. A classe média , por sua vez, aderiu imediatamente ao desfile dos carros alegóricos das grandes sociedades, dividida em torcidas a favor da Tenentes do Diabo, da Democrática e da Fenianos, as mais importantes da época, todas fundadas entre 1860 e 1870. Os pobres divertiam-se nos cordões, a primeira solução encontrada pelos foliões para brincar em grupo. Seus integrantes saíam fantasiados (mascarados, palhaços, diabos, reis, rainhas e outros), em dois tipos de cordões, o de "velhos"(todos dançavam envergados, imitando velhos) e os cucumbis, em que predominava a batucada, na base de adufos, cuícas e reco-reco. O cronista João do Rio dedicou várias páginas à descrição dos cordões.
Os ranchos carnavalescos surgiram no Rio de Janeiro em 1893, sendo o primeiro deles e o Rei de Ouro, fundado pelo baiano Hilário Jovino Ferreira, no bairro da Saúde. Em pouco tempo, os ranchos espalharam-se pela cidade, ganhando logo a preferência dos foliões pela sua música sempre lírica, pela dança e por apresentar novidades como o enredo, os instrumentos de cordas e de sopro e os personagens como a porta-estandarte e o mestre-sala, sendo estes cercados nos desfiles por meninos fantasiados conhecidos como porta-machados. O rancho mais famoso da história foi o Ameno Resedá, que contava, entre os seus admiradores, com o escritor Coelho Neto.
Desde 11 de maio de 1852, quando se inaugurou nas proximidades da Quinta da Boa Vista o primeiro telégrafo aéreo do Brasil, a elevação vizinha da Quinta era conhecida como Morro dos Telégrafos. Pouco depois, foi instalada ali perto uma indústria com o nome de Fábrica de Fernando Fraga, que produzia chapéus e que, em pouco tempo, passou a ser conhecida como "fábrica das mangueiras", já que a região era uma das principais produtoras de mangas do Rio de Janeiro. Não demorou muito para que a Fábrica de Fernando Fraga mudasse para Fábrica de Chapéus Mangueira. O novo nome era tão forte que a Central do Brasil batizou de Mangueira a estação de trem inaugurada em 1889. A elevação ao lado da linha férrea também começou a ser chamada de Mangueira, enquanto o antigo nome de Telégrafos permaneceu para identificar apenas uma parte do morro. Atualmente, Telégrafos, Pindura Saia, Santo Antônio, Chalé, Faria, Buraco Quente, Curva da Cobra, Candelária e outros são pequenos núcleos populacionais que formam o complexo do Morro de Mangueira.
O morro tinha dono. Era o visconde de Niterói (Francisco de Paula Negreiros Saião Lobato), que o recebeu como presente do imperador Pedro II. Mas ele já estava morto quando os primeiros moradores instalaram os seus barracões, e outros, mais espertos, construíam moradias para alugar, como foi o caso do português Tomás Martins. Padrinho do futuro compositor e poeta Carlos Moreira de Castro, que seria imortalizado pelo apelido de Carlos Cachaça, que aos oito anos de idade vivia no morro, aponta o padrinho como o verdadeiro fundador do Morro de Mangueira, por ter sido o primeiro a explorá-lo como local de moradia. Aos dez anos, Carlos Cachaça tinha a incumbência de assinar os recibos dos aluguéis, já que o português Tomás Martins era analfabeto.
Em 1908, a prefeitura carioca decidiu reformar a Quinta da Boa Vista e, para isso, demoliu dezenas de casinhas ali construídas por soldados que serviam no 9° Regimento de Cavalaria. Com a permissão de carregar os restos da demolição para onde bem entendessem, os militares escolheram instalar-se no Morro de Mangueira. Outro fato que serviu para aumentar a população da área foi o incêndio que, em 1916, destruiu inúmeros casebres do Morro de Santo Antônio, no centro da cidade. Surgia assim em Mangueira uma comunidade de gente pobre, constituída quase que na totalidade por negros, filhos e netos de escravos, inteiramente identificada com as manifestações culturais e religiosas que caracterizavam esse segmento social e racial. Do Natal ao Dia de Reis, em 6 de janeiro, conjuntos de pastores e pastorinhas percorriam o morro entoando as suas cantorias. Os católicos construíram uma capela a Nossa Senhora da Glória, que passou a ser a padroeira do morro. O candomblé e a umbanda tinham muitos adeptos, e alguns casebres serviam de templos, sendo o principal deles o de Tia Fé (Benedita de Oliveira), uma mineira (segundo Carlos Cachaça) ou baiana (segundo o neto Sinhozinho, presidente da Estação Primeira na década de 70), que trajava diariamente de baiana, e em cuja casa realizavam-se as grandes festas de Mangueira. Em 1935, houve uma tentativa de descendentes do visconde de Niterói de despejar os moradores do morro, mas estes foram socorridos pelo prefeito Pedro Ernesto. Uma nova tentativa, em 1964, feita por um português de sobrenome Pinheiro, que dizia ter adquirido os bens da família Saião Lobato, esbarrou num decreto do governador Carlos Lacerda, desapropriando todo o Morro de Mangueira.
http://www.mangueira.com.br/
Nasce a Estação Primeira...
Carlos Cachaça, nascido em Mangueira, nas proximidades do morro, no dia 3 de agosto de 1902, foi testemunha da primeira vez em que os mangueirenses ouviram um samba. Até então, eles cantavam e dançavam o jongo e os lundus do folclore ou os maxixes que aprendiam nas festas da igreja da Penha, numa época em que o rádio ainda não existia (a primeira emissora brasileira, a Rádio Sociedade, surgiria em 1923). No carnaval, divertiam-se dançando nos cordões e nos ranchos.
Antes da existência do Morro de Mangueira, havia também o carnaval elegante, com bailes de máscaras realizados geralmente em hotéis. A classe média , por sua vez, aderiu imediatamente ao desfile dos carros alegóricos das grandes sociedades, dividida em torcidas a favor da Tenentes do Diabo, da Democrática e da Fenianos, as mais importantes da época, todas fundadas entre 1860 e 1870. Os pobres divertiam-se nos cordões, a primeira solução encontrada pelos foliões para brincar em grupo. Seus integrantes saíam fantasiados (mascarados, palhaços, diabos, reis, rainhas e outros), em dois tipos de cordões, o de "velhos"(todos dançavam envergados, imitando velhos) e os cucumbis, em que predominava a batucada, na base de adufos, cuícas e reco-reco. O cronista João do Rio dedicou várias páginas à descrição dos cordões.
Os ranchos carnavalescos surgiram no Rio de Janeiro em 1893, sendo o primeiro deles e o Rei de Ouro, fundado pelo baiano Hilário Jovino Ferreira, no bairro da Saúde. Em pouco tempo, os ranchos espalharam-se pela cidade, ganhando logo a preferência dos foliões pela sua música sempre lírica, pela dança e por apresentar novidades como o enredo, os instrumentos de cordas e de sopro e os personagens como a porta-estandarte e o mestre-sala, sendo estes cercados nos desfiles por meninos fantasiados conhecidos como porta-machados. O rancho mais famoso da história foi o Ameno Resedá, que contava, entre os seus admiradores, com o escritor Coelho Neto.
Desde 11 de maio de 1852, quando se inaugurou nas proximidades da Quinta da Boa Vista o primeiro telégrafo aéreo do Brasil, a elevação vizinha da Quinta era conhecida como Morro dos Telégrafos. Pouco depois, foi instalada ali perto uma indústria com o nome de Fábrica de Fernando Fraga, que produzia chapéus e que, em pouco tempo, passou a ser conhecida como "fábrica das mangueiras", já que a região era uma das principais produtoras de mangas do Rio de Janeiro. Não demorou muito para que a Fábrica de Fernando Fraga mudasse para Fábrica de Chapéus Mangueira. O novo nome era tão forte que a Central do Brasil batizou de Mangueira a estação de trem inaugurada em 1889. A elevação ao lado da linha férrea também começou a ser chamada de Mangueira, enquanto o antigo nome de Telégrafos permaneceu para identificar apenas uma parte do morro. Atualmente, Telégrafos, Pindura Saia, Santo Antônio, Chalé, Faria, Buraco Quente, Curva da Cobra, Candelária e outros são pequenos núcleos populacionais que formam o complexo do Morro de Mangueira.
O morro tinha dono. Era o visconde de Niterói (Francisco de Paula Negreiros Saião Lobato), que o recebeu como presente do imperador Pedro II. Mas ele já estava morto quando os primeiros moradores instalaram os seus barracões, e outros, mais espertos, construíam moradias para alugar, como foi o caso do português Tomás Martins. Padrinho do futuro compositor e poeta Carlos Moreira de Castro, que seria imortalizado pelo apelido de Carlos Cachaça, que aos oito anos de idade vivia no morro, aponta o padrinho como o verdadeiro fundador do Morro de Mangueira, por ter sido o primeiro a explorá-lo como local de moradia. Aos dez anos, Carlos Cachaça tinha a incumbência de assinar os recibos dos aluguéis, já que o português Tomás Martins era analfabeto.
Em 1908, a prefeitura carioca decidiu reformar a Quinta da Boa Vista e, para isso, demoliu dezenas de casinhas ali construídas por soldados que serviam no 9° Regimento de Cavalaria. Com a permissão de carregar os restos da demolição para onde bem entendessem, os militares escolheram instalar-se no Morro de Mangueira. Outro fato que serviu para aumentar a população da área foi o incêndio que, em 1916, destruiu inúmeros casebres do Morro de Santo Antônio, no centro da cidade. Surgia assim em Mangueira uma comunidade de gente pobre, constituída quase que na totalidade por negros, filhos e netos de escravos, inteiramente identificada com as manifestações culturais e religiosas que caracterizavam esse segmento social e racial. Do Natal ao Dia de Reis, em 6 de janeiro, conjuntos de pastores e pastorinhas percorriam o morro entoando as suas cantorias. Os católicos construíram uma capela a Nossa Senhora da Glória, que passou a ser a padroeira do morro. O candomblé e a umbanda tinham muitos adeptos, e alguns casebres serviam de templos, sendo o principal deles o de Tia Fé (Benedita de Oliveira), uma mineira (segundo Carlos Cachaça) ou baiana (segundo o neto Sinhozinho, presidente da Estação Primeira na década de 70), que trajava diariamente de baiana, e em cuja casa realizavam-se as grandes festas de Mangueira. Em 1935, houve uma tentativa de descendentes do visconde de Niterói de despejar os moradores do morro, mas estes foram socorridos pelo prefeito Pedro Ernesto. Uma nova tentativa, em 1964, feita por um português de sobrenome Pinheiro, que dizia ter adquirido os bens da família Saião Lobato, esbarrou num decreto do governador Carlos Lacerda, desapropriando todo o Morro de Mangueira.
http://www.mangueira.com.br/
terça-feira, 26 de abril de 2011
PROMOÇÃO: FEIJOADA NA PEDRA DO SAL
Imagem ilustrativa ok.
MAIS UMA PROMOÇÃO, ESSA SEMANA ROLA O SORTEIO DE UMA FEIJOADA, NO SAMBA DO DIA 1/05 NA PEDRA DO SAL!!!!!!!! DEIXE SEU NOME COMO SEMPRE!!!!!
DIA 1ª DE MAIO - DOMINGO " FEIJOADA NA PEDRA DO SAL"
( Homenagem ao Dia do Trabalhador )
Thiago Torre e GRUPO SAMBA DE LEI
E CONVIDADOS ESPECIAIS
HORÁRIO: FEIJOADA A PARTIR DAS 13HS
RODA DE SAMBA: A PARTIR DAS 14HS!
END: RUA ARGEMIRO BULCÃO, GAMBOA, LARGO JOÃO DA BAIANA / AO LADO DA CEDAE DA SACADURA CABRAL
(Ao lado do Largo da Prainha aonde acontece o "Escravos da Maúa")
MAIS UMA PROMOÇÃO, ESSA SEMANA ROLA O SORTEIO DE UMA FEIJOADA, NO SAMBA DO DIA 1/05 NA PEDRA DO SAL!!!!!!!! DEIXE SEU NOME COMO SEMPRE!!!!!
DIA 1ª DE MAIO - DOMINGO " FEIJOADA NA PEDRA DO SAL"
( Homenagem ao Dia do Trabalhador )
Thiago Torre e GRUPO SAMBA DE LEI
E CONVIDADOS ESPECIAIS
HORÁRIO: FEIJOADA A PARTIR DAS 13HS
RODA DE SAMBA: A PARTIR DAS 14HS!
END: RUA ARGEMIRO BULCÃO, GAMBOA, LARGO JOÃO DA BAIANA / AO LADO DA CEDAE DA SACADURA CABRAL
(Ao lado do Largo da Prainha aonde acontece o "Escravos da Maúa")
sábado, 23 de abril de 2011
SALVE JORGE !!!!
Este santo congrega milhares de devotos por todo o mundo e
sua história de vida continua a impressionar a muitos no Brasil.
São Jorge é uma figura estritamente católica, que merece todo
o nosso respeito e admiração.
Padroeiro da Inglaterra, ele é o santo protetor dos cavaleiros, escoteiros e militares, honra que divide também com Santo Expedito.
Em todo o mundo existem milhares de igrejas com seu nome, por ter sido um dos primeiros mártires cristãos a sofrer com as perseguições dos imperadores.
O culto a São Jorge foi disseminado na cidade de Dióspolis, na Palestina. Acredita-se que tenha sido martirizado nesta região por volta do final do século III até o século VI.
A imagem que temos através de historiadores de São Jorge é a de um homem muito bondoso e corajoso, porém, as histórias que envolvem este santo não possuem embasamento seguro,
pois muitas lendas acabaram sendo anexadas à sua história de vida verdadeira.
O livro Lenda Áurea, por exemplo, uma publicação da Idade Média, nos traz um São Jorge que teria sido paladino na Capadócia. Já em Silene, na Líbia, conta-se que ele teria salvo uma mulher que se encontrava e apuros nas garras de um dragão.
Mas o que há de mais certo nesta história é que ele teria sido vítima da perseguição aos cristãos feita por Diocleciano.
Foi preso na Nicomedia sendo torturado e morto por decepamento de sua cabeça.
Ninguém sabe porque São Jorge se tornou o padroeiro da Inglaterra e um santo tão prestigiado na Irlanda. Sabe-se apenas que seu nome já era muito conhecido nestes países
antes mesmo da invasão sofrida por eles da Normandia.
O que nos leva a crer que foram os cruzados que tanto divulgaram a devoção a este santo em toda a Europa
Todos os dias, reze prá você ou para alguém que esteja necessitando de ajuda, com muita fé esta oração, e o Glorioso São Jorge o ajudará.
sua história de vida continua a impressionar a muitos no Brasil.
São Jorge é uma figura estritamente católica, que merece todo
o nosso respeito e admiração.
Padroeiro da Inglaterra, ele é o santo protetor dos cavaleiros, escoteiros e militares, honra que divide também com Santo Expedito.
Em todo o mundo existem milhares de igrejas com seu nome, por ter sido um dos primeiros mártires cristãos a sofrer com as perseguições dos imperadores.
O culto a São Jorge foi disseminado na cidade de Dióspolis, na Palestina. Acredita-se que tenha sido martirizado nesta região por volta do final do século III até o século VI.
A imagem que temos através de historiadores de São Jorge é a de um homem muito bondoso e corajoso, porém, as histórias que envolvem este santo não possuem embasamento seguro,
pois muitas lendas acabaram sendo anexadas à sua história de vida verdadeira.
O livro Lenda Áurea, por exemplo, uma publicação da Idade Média, nos traz um São Jorge que teria sido paladino na Capadócia. Já em Silene, na Líbia, conta-se que ele teria salvo uma mulher que se encontrava e apuros nas garras de um dragão.
Mas o que há de mais certo nesta história é que ele teria sido vítima da perseguição aos cristãos feita por Diocleciano.
Foi preso na Nicomedia sendo torturado e morto por decepamento de sua cabeça.
Ninguém sabe porque São Jorge se tornou o padroeiro da Inglaterra e um santo tão prestigiado na Irlanda. Sabe-se apenas que seu nome já era muito conhecido nestes países
antes mesmo da invasão sofrida por eles da Normandia.
O que nos leva a crer que foram os cruzados que tanto divulgaram a devoção a este santo em toda a Europa
Todos os dias, reze prá você ou para alguém que esteja necessitando de ajuda, com muita fé esta oração, e o Glorioso São Jorge o ajudará.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
RESULTADO DE PROMOÇÃO : FESTA DE JORGE
BELEZA GALERA, O MOLEQUE AI DA FOTO JÁ SORTEOU E OS GANHADORES SÃO: TTRRRRRRUUUUUUUUUUUMMMMMMMMM (TAMBORES DE NOVO RS)
JENNIFER MARTINS
FLAVIA DE SOUZA
O NOME DE VOCÊS ESTARÁ NA PORTA DO EVENTO, QUALQUE COISA LIGUEM PARA: 7803-2420 DIEGO BLZ
VALEU GALERA SEGUNDA TEM MAIS PROMOÇÃO
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